O Centro Loyola de Fé, Cultura e Espiritualidade, em Goiânia (GO), celebrou a festa de Santo Inácio de Loyola com uma programação marcada por oração, convivência fraterna e formação.
No dia 31 de julho, a celebração eucarística, presidida pelo Pe. João Marcelo de Carvalho, vigário da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Arquidiocese de Brasília), e concelebrada pelo Pe. Geraldo Marcos Labarrère Nascimento, SJ, reuniu toda a comunidade do Centro Loyola. Em seguida, os participantes assistiram a uma mensagem do Pe. Francys Silvestrini Adão, SJ, Provincial dos Jesuítas do Brasil, e participaram de um momento de confraternização, com direito a um sarau marcado por músicas e poemas.
“Celebrar a memória de Santo Inácio de Loyola é uma grande alegria, especialmente ao lado de pessoas tão queridas com quem partilhamos a vida cotidiana. Sou grata ao Centro Loyola de Goiânia pela graça de conhecer os Exercícios Espirituais, em um lugar que inspira beleza, paz e amizade”, disso Dayane Fonte, leiga inaciana do Centro Loyola de Goiânia.
As comemorações seguiram no fim de semana, com o Encontro de Leigos e Leigas Inacianos, que incluiu a exibição de um filme sobre a vida de Santo Inácio, e a tradicional Manhã de Oração, fortalecendo os laços de comunhão e o compromisso com a espiritualidade inaciana.
“A Festa de Santo Inácio aqui no Centro Loyola de Goiânia continua linda, como sempre muito bem planejada por todos. Mas, dessa vez, houve algo inédito e digno de nota: a contagiante animação da nossa coordenadora geral, recém-chegada do Encontro da BRA. Teremos um segundo semestre contínuo da pergunta "Onde está o nosso coração?". Com certeza esse encontro ficará gravado na história da Companhia no Brasil e também em nossos corações e mentes”, contou Maria Teresa, que também é leiga inaciana e atua no Centro Loyola.
Para Maria Eduarda, vocacionada das Irmãs Palotinas, a programação foi celebrada em clima foi de alegria e de partilha. “As pessoas ficaram bem à vontade, conversaram, comeram, cantaram. Dava para perceber que as pessoas estavam muito felizes, todas se entrosaram, ninguém ficou sozinho, e eu acho que isso também reflete um pouco do carisma inaciano.”